Caraca, aquele 11 de setembro eu estava trabalhando e alguém ligou: Coloca na internet aí que tu vai ver o que tá acontecendo. Só vi um prédio em chamas e aí começaram a surgir as notícias. Avião cai em prédio, prédio cai em avião, uma confusão daquelas. E não lembro onde aparecia uma torre, onde apareceiam duas, ou sei lá o que. Na net apareciam duas torres incendiando, na tv era so uma e eu não entendi nada. Aí alguem veio e disse: Uma já caiu. Delay. Delay na net, ou na tv, ou na minha cabeça. Sei lá. Até que veio o esclarecimeto: Terroristas jogam aviões contra torres gemeas, contra o pentágono e mais alguma coisa. Pitz, as imagens das pessoas nos prédios, o prédio vindo abaixo. Foi dantesco. Realmente dantesco. E, é claro. o início da Idade da Paranóia, onde tudo valia pela segurança aérea, onde em casa esquina tinha um terrorista e até o chefe religioso árabe de Itaqui, se é que existe isso la em Itaqui, seria preso se, por aqueles dias, desembarcasse nos EUA. Foi também quando os falcões acharam os motivos para colocar as garras de fora e mandaram ver pra cima do Iraque, que tinha "armas de destruição em massa". As únicas armas que se viram de destruição em massa foram garfos e facas nas macarronadas dominicais de Bagdá. Mas aí o Saddam ja era e até hoje os ianques estão por lá. O mentor intelectual de tudo isso, Mr. Bin Laden, não se sabe se esta vivo ou morto, mas volta e meia manda mensagems gravadas. Bem, não tem muito que falar daquele onze de setembro, mas me lembro que na época pensei em uma reportagem que eu li, que um historiador ou sei lá o que, chamado Fukuyama tinha decretado o Fim da História. Bota babaquice nisso. A história está sempre apenas começando.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
11 de Setembro 2001
Caraca, aquele 11 de setembro eu estava trabalhando e alguém ligou: Coloca na internet aí que tu vai ver o que tá acontecendo. Só vi um prédio em chamas e aí começaram a surgir as notícias. Avião cai em prédio, prédio cai em avião, uma confusão daquelas. E não lembro onde aparecia uma torre, onde apareceiam duas, ou sei lá o que. Na net apareciam duas torres incendiando, na tv era so uma e eu não entendi nada. Aí alguem veio e disse: Uma já caiu. Delay. Delay na net, ou na tv, ou na minha cabeça. Sei lá. Até que veio o esclarecimeto: Terroristas jogam aviões contra torres gemeas, contra o pentágono e mais alguma coisa. Pitz, as imagens das pessoas nos prédios, o prédio vindo abaixo. Foi dantesco. Realmente dantesco. E, é claro. o início da Idade da Paranóia, onde tudo valia pela segurança aérea, onde em casa esquina tinha um terrorista e até o chefe religioso árabe de Itaqui, se é que existe isso la em Itaqui, seria preso se, por aqueles dias, desembarcasse nos EUA. Foi também quando os falcões acharam os motivos para colocar as garras de fora e mandaram ver pra cima do Iraque, que tinha "armas de destruição em massa". As únicas armas que se viram de destruição em massa foram garfos e facas nas macarronadas dominicais de Bagdá. Mas aí o Saddam ja era e até hoje os ianques estão por lá. O mentor intelectual de tudo isso, Mr. Bin Laden, não se sabe se esta vivo ou morto, mas volta e meia manda mensagems gravadas. Bem, não tem muito que falar daquele onze de setembro, mas me lembro que na época pensei em uma reportagem que eu li, que um historiador ou sei lá o que, chamado Fukuyama tinha decretado o Fim da História. Bota babaquice nisso. A história está sempre apenas começando.
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