Tradicionais cumprimentos. Uma senhora, educadamente batendo palma. Um cidadão, provavelmente austriaco, com cara de quem chupou um xuxu. Uma loira, sueca, certamente, rindo muito, gostando do que viu. Três a zero. Nada mais normal. E sem Pelé, nem Garrincha. Feola só dormia. Ou, fingia. Era o começo do começo. Do sonho brasileiro. Era o início do fim do complexo de vira-latas. Nada mais seria como antes.
sábado, 28 de junho de 2008
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