Quinze para as sete. Parece mentira. O guri, dormindo, nem se mexe. Me viro pra pegar aquele sono com uma torcida pra ele domir pelo menos até as oito. Sete horas, aparentemente sono profundo. De repente, ele senta na cama, vai ate o interruptor, acende a luz, senta na cama e larga um "iga, iga". Pitz, ligar a tv. Me aparece o cara anunciando a próxima atração: Pirisca e a Comparsa Elétrica. O guri começa a olhar, vê o cara tomando violão e lasca: "a bana, a bana" . É a banda. Ve um cara, todo de preto, tocando baixo. Lá vem ele de novo: "o tuta". E passa a mão no queixo querendo indicar um cavanhaque. Lá está o Duka. Nem aparece muito (eu digo que não filmaram de perto por que ele é muito feio). Mas o guri viu e ficou curtindo lá o som. Bem, eu fui trabalhar. Levantar quinze pras sete, de domingo, pra ver o Duka, só o Arthurzinho mesmo. Eu, fui trabalhar. Ninguém merece. Se tivesse combinado com os caras, pode apostar que seria a ultima coisa que eu faria , seria levantar as sete de manhã pra ver o Duka e o Piriska. Claro que os caras sãobons, mas as sete da madrugada, de domingo? Nem com banda de música, nem com a Comparsa Elétrica e nem com a famosa Vitória Régia, heheh ... Mas assim ó, quem viu, que nem eu e o Arthurzinho fomos brinddos com um som manêro. Bem, manêro é coisa de magrinho, no Galpão Crioulo tem que ser algo tipo assim, lôco de buenacho, ou especial de primêra. E quem não viu, procure polos sáites de vídeos aí que vai encontrar os caras tocando alguma coisa tipo essa que tá aí...
domingo, 15 de junho de 2008
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