28 de Junho de 1945. Há dez mil anos atrás nascia o cara que iria revolucionar o rock n roll brasileiro. O maluco beleza, o cara que era a luz das estrelas, a luz do lar, o início, o fim, o meio e o nada. O cara que viu Moisés abrir o mar vermelho, viu Maomé se jogar na terra de joelhos e, obviamente viu Pedro negar cristo por tres vezes diante do espelho. Esse cara viu Babilônia ser riscada do mapa, foi testemunha do amor de rapunzel, viu a estrela de Davi brilhar no céu. E como ninguém provou que ele estava mentindo, continua com seu chapéu. Raul nunca deixou de ser Raul embora fosse a própria Metamorfose Ambulante. Nunca teve aquela opinião formada sobre tudo e sobre todos. Se hoje ele lhe odiava, amanha lhe tinha amor. Raul fazia tudo pois era tudo da lei. Tomava banho de chapéu. Raul estava sempre tentando outra vez. Nunca dizia que a canção ou a vitória estava perdida. Se em algum momento você foi comer aquela sopa, quentinha , gostosa e deu de cara com uma mosca boiando ali. Não era uma mosca. Era Raul Seixas, a mosca da sopa. Raulzito, que um dia perdeu o medo da chuva pois a chuva voltando pra terra tras coisas do ar. Rauzito, os olhos do cego e a cegueira da visão. Raulzito de tantas outras. Raulzito de Canto para Minha Morte que o Duka disse que é a minha cara. Bem, não encontrei o Raul cantando Canto Para Minha Morte, mas achei essa apresentação aí e achei legal para postar no níver do cara. Então tá, enquanto eu posso ler minhas revistas, tomar meu uisque e enquanto ela não chega. Raul Seixas. Maluca e Bela Metamorfose Ambulante.
sábado, 28 de junho de 2008
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