Eu gostaria de ser CHUCK BERRY. Dizem que o cara anda pelas bandas do país dos Tupinanbás. E inclusive vai estar em POA. Mas báh! Mais tri legal do que bi legal. O cara não é qualquer um. É só o pai, o filho e o espírito santo do Rock n Roll e ninguém vai ao rock se não por Ele. O homem ta com uns oitenta e poucos anos, eu acho. Por aí. Mas isso não interessa. O que interessa é que quem compôs Sweet Little Sixteen, Roll Over Beethoven e a insuperável Johnny B. Goode pode ter nascido há dez mil anos atrás que vai ser sempre, como diz o Beto, “O Cara”. Lennon já dizia que se o Rock n roll não se chamasse rock n roll, poderia muito bem se chamar Chuck Berry. Cara, nos anos sessenta, nos states, os negros ainda tinham que ir separados nos ônibus e ir nos uaterclosédis para colororedis. Aí um negão cheio de estilo, rebolado e ginga me vem com um som alucinante que bota as branquelinhas caipiras pra balançar. Foi demais. Ele começou a traçar todas mas aí, um outro dia ele entrou num estado americano com alguma menor, ou prostituta ou sei lá o que e prenderam o cara. Mas e daí. Ele já tinha feito o mundo conhecer o ritmo do rock n roll. Não tinha mais volta. Chuck Berry. Depois dele veio o genial Little Richard, depois Elvis, The King, depois Beatles, depois Stones. Mas como eu disse foi depois. Antes e durante foi Chuck Berry, The Monter, The Best, The Man. Então tá, vamos ver aí como é que o ex quase pastor pirava as gatinhas e inspirava a rapeize. Bons tempos.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
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