Parece que alguém disse que se o Botafogo ganhou da Suécia não seria a Seleção Brasileira que iria perder. Teria sido mestre Didi que foi la dentro pegar a bola depois do gol Sueco. Aquele gol deve ter sido uma licença não poética que o escrete canarinho permitiu aos donos da casa. Cinco a dois. Demais de mais. O gol do Pelé é coisa assim, digamos, de , tipo assim, coisa de Pelé. Só Pelé. Só Pelé. El monstro como diriam mais tarde os mexicanos. The King, como diriam os Ingleses. Le Cheff, como diriam os franceces. Pelé, como diriam os Brasileiros e, um jogador qualquer como diriam os argentinos. Garrincha, o anjo das pernas tortas e nós , brasileiros, embascabados, com a alma lavada, ensaboada, nas ruas, nas casas, na favela, nos palácios, fazendo valer a pena. Valeu a pena pois tudo vale a pena, se a alma não é pequena e é claro, se Pelé, Garrincha e cia forem brasileiros. Então, acho foi essa a campanha de 58. Desculpem as omissões. os erros e tudo o mais. Vou tomar um vinho. Comemorar.
sábado, 28 de junho de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário