domingo, 4 de maio de 2008

Mais poemas sem títulos


Estranho esse meu caminho
no meio da multidão
e ando sempre sozinho
Ando muito menos que vivo
e muito mais do que morto
Muito menos expansivo
e muito mais absorto
Deve ser por que a vida
não passa de um miasma
e, o melhor mesmo
é andar sempre a esmo
e, não ser mais
do que um fantasma

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